Carreira de jogador
Nascido em 1965, em Porto Feliz (SP), Zetti jogou nos juvenis Toledo (PR), Palmeiras, Londrina e Guarani (SP), antes de se tornar profissional no Palmeiras em 1986. Em 1987, ele ganhou uma chance na equipe palmeirense titular, que era dirigida por Waldemara Carabina, já que o titular Martorelli estava sendo dispensado. No Paulistão daquele ano, Zetti se destacou e ficou vários minutos sem levar gols. Aquele ano só não foi sensacional para Zetti, porque o Palmeiras amargou mais um ano na fila e ele levou um gol entre as pernas na cobrança de falta de Neto, nas semifinais do estadual, na derrota por 3 a 1 para o São Paulo.
Em 88, o goleiro viveu um grande drama ao se contundir em um jogo contra o Flamengo, no Maracanã, em dividida com o atacante Bebeto. Na ocasião, ele sofreu fratura de tíbia e perônio e ficou vários meses afastado dos gramados. Quando Zetti retornou aos treinamentos, o goleiro Velloso brilhava como titular da meta do Verdão. Após ficar encostado no Palestra Itália, ele se transferiu em 90 para o São Paulo.
No Tricolor do Morumbi, Zetti desbancou o titular Gilmar Rinaldi e se tornou em um dos maiores ídolos da torcida são-paulina nos anos 90, conquistando os Paulistas de 91 e 92, o Brasileiro de 91, os Mundiais Interclubes de 92 e 93, as Libertadores de 92 e 93 e a Recopa Sul-americana em 93 e 94. Em 94, ele participou da seleção brasileira que conquistou a Copa dos Estados Unidos. Era o reserva imediato de Taffarel. Depois de sete anos gloriosos no São Paulo, o goleiro foi jogar no Santos, em 97, equipe na qual conquistou o Torneio Rio-São Paulo no mesmo ano, quando era comandado pelo técnico Wanderley Luxemburgo.
Zetti também atuou no Fluminense, em 2000, e neste ano vestiu as camisas do União Barbarense (SP) e do Sport Recife.
Carreira de técnico
Zetti iniciou a carreira nos juniores do São Paulo em 2001 e em 2004 tornou-se técnico profissional, assumindo o Paulista de Jundiaí (SP). Ele comandou o Galo no vice-campeonato paulista daquele ano (o São Caetano derrotou o Paulista nas finais). Depois dirigiu o Guarani, o Fortaleza (na campanha de acesso para a 1ª Divisão do Brasileiro) e o São Caetano, já em 2005. Acabou pedindo demissão do Azulão após a eliminação do time do ABC na Copa do Brasil. No mesmo ano dirigiu o Bahia, antes de ser contratado pela Ponte Preta para assumir o lugar que era de Vadão.
Em 2007, ele assumiu o Paraná Clube, que traçou como prioridade disputar a Libertadores da América. O time paran