Leonardo Fleming nasceu em João Pessoa, Paraíba, carregando desde cedo um peso que poucos conseguem imaginar: diagnosticado com autismo, TDAH, dislexia e discalculia, passou boa parte da vida acreditando que não conseguiria se destacar — frequentemente rotulado como incapaz e inferior, especialmente nos ambientes de aprendizado.
As palavras “eu sou a pessoa mais burra do mundo” marcaram profundamente sua infância. Leonardo Fleming Esse sentimento de não pertencer, de não ser suficiente, é exatamente o tipo de dor silenciosa que o Setembro Amarelo nos convida a enxergar e acolher.
Ao longo de sua vida, Leonardo enfrentou bullying na escola e no ambiente de trabalho por conta de suas dificuldades na escrita e na fala Motiveacaopalestras — um sofrimento que, para muitos, leva ao isolamento e ao adoecimento mental profundo.
Mas Leonardo escolheu outro caminho. Em vez de desistir diante das adversidades, encontrou na dificuldade uma oportunidade de crescimento, desenvolvendo um método de aprendizagem único e tornando-se especialista no assunto.
Serviu à comunidade como Policial Militar por mais de 20 anos, alcançando o posto de 2º Sargento Reformado. Sua experiência no campo da segurança pública o sensibilizou para as necessidades das pessoas em diversos contextos.
Foi nesse ambiente — um dos mais afetados pelo sofrimento psíquico silencioso — que sua missão ganhou ainda mais profundidade.
Hoje, viajando pelo Brasil, Leonardo já impactou mais de 7.000 pessoas com suas palestras, compartilhando sua mensagem sobre a importância de uma mentalidade positiva e da autoaprendizagem como ferramentas para desbloquear o potencial de cada indivíduo.
No Setembro Amarelo, Leonardo Fleming é uma voz que une vivência e propósito: alguém que conheceu de perto a dor de se sentir “errado” para o mundo — e que transformou essa dor em ferramenta de cura para os outros. Sua história nos lembra que pedir ajuda é um ato de coragem, e que reconhecer o sofrimento é o primeiro passo para salvar vidas.







